domingo, 17 de janeiro de 2016

Parabéns Daniel



Parabéns meu filho quero desejar a você muitos anos de vida muito amor, paz, saúde e perseverança para lidar com os obstáculos da vida.
Tenho muito orgulho de você, que Deus abençoe cada passo que você der e que siga lhe  orientando em suas escolhas e decisões e lhe  protegendo a todo instante.
Feliz aniversário! Celebre com muita alegria este dia que é só seu.

Agradeço  a Deus pela sua vida e lembrar que você foi o melhor presente que Ele poderia me dar. Conte comigo para lhe  proteger ,para cuidar de você .Eu  sempre estarei ao seu lado.

Beijos da sua mãe que muito lhe ama! 

Cansei de ser chata!




"Crescer é aceitar que os defeitos são peças indispensáveis no guarda-roupa e, felizmente, nunca saem de moda. 
Eu gosto de errar. 
Sinto o cheiro e gosto dos meus erros e simpatizo com eles. 
O certinho me causa desconfiança. 
Antipatizo com o correto. 
Prefiro a minha infelicidade com flashes de felicidade momentânea...
Esperar não é para mim.
Produzo teorias que não servirão para nada.
Invento palavras que não existem, faço meu próprio dicionário.
Crio definições que só eu uso e, ainda por cima, me mato de rir. Prefiro a minha insanidade com flashes de sanidade instantânea...
O que presta é o que me interessa.
O que eu quero, agarro.
O que eu desejo, abraço.
O que eu sonho, desenho.
O que eu imagino, escrevo.
O que eu sinto, escondo.
A perfeição está no meu humor.
Está na minha emoção.
Está nas minhas linhas tortas e devaneios tolos.
Nem sempre minhas ações condizem com as minhas palavras.
"Me conheça. Me decifre. Me ame. Me devore" (AD)

Desafios



Sou esquisita !
Sou teimosa!
Sou insuportavelmente chata!
E dai?
Quer encarar?
Quer saber o que eu penso?
Você aguentaria conhecer minha verdade?
Pois tome.
Prove.
Sinta.
Eu tenho preguiça de quem não comete erros.
Tenho profundo sono de quem prefere o morno.
Eu gosto do risco.
Dos que arriscam.
Tenho admiração nata por quem segue o coração.
Eu acredito nas pessoas livres.
Liberdade de ser.
Coragem boa de se mostrar.
Dar a cara a tapa!
Ser louca, estranha, chata!
Eu sou assim.
Tenho um milhão de defeitos.
Sou volúvel.
Sou viciada em gente.
E adoro ficar sozinha.
Mas eu vivo para sentir.
Por isso, eu te peço.
Me provoque.
Me beije a boca.
Me desafie.
Me tire do sério.
Me tire do tédio.
Vire meu mundo do avesso!
Mas, pelo amor de Deus, me faça sentir…
Um beliscãozinho que for, me dê.
Eu quero rir até a barriga doer.
Chorar e ficar com cara de sapo.
Este é o meu alimento!"

O diabo e a garrafa. Os riscos da ascensão da antipolítica

Santayana: Se não se convocar a razão e o bom senso, o Brasil terá a cara de Moro e Bolsonaro




Em pleno processo de impeachment, e de julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), das ações envolvendo a chapa vitoriosa nas últimas eleições, a situação da República tem sido marcada pela espetacularização de um permanente “pega para capar” jurídico-policial, a ascensão da “antipolítica”, o aprofundamento da radicalização e a fascistização do país.

Políticos e empresários têm sido presos —  muitos por ilações frágeis ou exagerado rigor cautelar –, enquanto outros homens públicos e bandidos e delatores premiados apanhados com milhões de dólares na Suíça circulam livremente ou estão em prisão domiciliar.

Milhares de brasileiros acreditam piamente que o Brasil é um país quebrado e destruído, quando temos as sextas maiores reservas internacionais do mundo e somos o terceiro maior credor individual externo dos Estados Unidos.

Que um perigoso “bolivarianismo” pretende implementar uma ditadura de esquerda na América Latina, quando, seguindo os ritos democráticos normais, e sob amplo acompanhamento de observadores internacionais, a oposição liberal acaba de ganhar, pelo voto, as eleições na Venezuela e na Argentina.

Que o Brasil é um país comunista quando pagamos juros altíssimos, e somos, historicamente, dominados, na economia e na política, por um dos mais poderosos sistemas financeiros do mundo, pelo agronegócio e o latifúndio, por bancos e empresas multinacionais.

Discutindo na mesa de pôquer da sala de jogos do Titanic, envolvidos por suas disputas, e por uma rápida sucessão de fatos e acontecimentos, que têm cada vez mais dificuldade em digerir e acompanhar, os homens públicos brasileiros ainda não entenderam que a criminalização da política, criada por eles mesmos, como parte de uma encarniçada e deletéria disputa pelo poder, há muito extrapolou o meio político tradicional, espalhando-se, como o diabo que escapa da garrafa, como uma peste pela sociedade brasileira, na forma de uma profunda ojeriza, preconceito e desqualificação do sistema político, e daqueles que disputam e detêm o voto popular.

Se não se convocar a razão e o bom senso, para reagir ao que está acontecendo, e se estabelecer um patamar mínimo de normalidade político-institucional, tudo o que restará será o confronto, o arbítrio e o caos.

Está muito enganado quem acha que o mero impedimento de Dilma Rousseff resolverá a questão.

No final da década de 20, os judeus conservadores comemoravam, da varanda de suas mansões, na Alemanha, o espancamento, nas ruas, de esquerdistas e socialistas, pelos guardas de grupos paramilitares nazistas como as SS e as SA, e se regozijavam, em seu íntimo, por eles os estarem livrando da ameaça bolchevista.

Depois também viram passivamente — achando que estariam resguardados por suas fortunas —  passar sob suas janelas, as filas de operários e pequenos comerciantes judeus a caminho dos campos de concentração — até chegar a sua vez de ocupar, como sardinhas em uma lata, o seu lugar nas câmaras de gás.

Poucas vezes, na história, o efeito bumerangue costuma poupar aqueles que, como aprendizes de feiticeiro, se atrevem a cutucar o que está dentro da caixa de Pandora.

Depois de Dilma e do PT, seria a vez de Temer, e depois de Temer virão os outros — todos os partidos e lideranças que tenham alguma possibilidade de alcançar o poder, por via normal.

Parafraseando Milton Nascimento, na política brasileira “nada será como antes amanhã”.

O Brasil que se seguirá à batalha sem quartel e sem piedade, levada a cabo pela oposição nos últimos anos e meses tendo como fim a destruição e total aniquilamento do PT —  cujas principais vítimas não serão esse partido, mas o Estado de Direito, o presidencialismo de coalizão, a governabilidade e a própria Democracia — não terá a cara do Brasil do PSDB de Serra, de Aécio, ou de FHC, mas, sim, a de Moro e a de Bolsonaro.

A do messianismo, da vaidade, da onipotência e do imponderável, e a do oportunismo e do fascismo — e aqui não nos referimos ao velho fascio italiano — em seu estado mais puro, ensandecido e visceral.

Mauro Santayana, na Rede Brasil Atual, via seu blog


segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

"A empregada tem carro e anda de avião. E eu estudei pra quê?"




Por Matheus Pichonelli
Do Pensador Anônimo

O condômino é, antes de tudo, um especialista no tempo. Quando se encontra com seus pares, desanda a falar do calor, da seca, da chuva, do ano que passou voando e da semana que parece não ter fim. À primeira vista, é um sujeito civilizado e cordato em sua batalha contra os segundos insuportáveis de uma viagem sem assunto no elevador. Mas tente levantar qualquer questão que não seja a temperatura e você entende o que moveu todas as guerras de todas as sociedades em todos os períodos históricos. Experimente. Reúna dois ou mais condôminos diante de uma mesma questão e faça o teste. Pode ser sobre um vazamento. Uma goteira. Uma reforma inesperada. Uma festa. E sua reunião de condomínio será a prova de que a humanidade não deu certo.

Dia desses, um amigo voltou desolado de uma reunião do gênero e resolveu desabafar no Facebook: “Ontem, na assembleia de condomínio, tinha gente ‘revoltada’ porque a lavadeira comprou um carro. ‘Ganha muito’ e ‘pra quê eu fiz faculdade’ foram alguns dos comentários. Um dos condôminos queria proibir que ela estacionasse o carro dentro do prédio, mesmo informado que a funcionária paga aluguel da vaga a um dos proprietários”.

A cena parecia saída do filme O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho, no qual a demissão de um veterano porteiro é discutida em uma espécie de “paredão” organizado pelos condôminos. No caso do prédio do meu amigo, a moça havia se transformado na peça central de um esforço fiscal. Seu carro-ostentação era a prova de que havia margem para cortar custos pela folha de pagamento, a começar por seu emprego. A ideia era baratear a taxa de condomínio em 20 reais por apartamento.

Sem que se perceba, reuniões como esta dizem mais sobre nossa tragédia humana do que se imagina. A do Brasil é enraizada, incolor e ofuscada por um senso comum segundo o qual tudo o que acontece de ruim no mundo está em Brasília, em seus políticos, em seus acordos e seus arranjos. Sentados neste discurso, de que a fonte do mal é sempre a figura distante, quase desmaterializada, reproduzimos uma indigência humana e moral da qual fazemos parte e nem nos damos conta.

Dias atrás, outro amigo, nascido na Colômbia, me contava um fato que lhe chamava a atenção ao chegar ao Brasil. Aqui, dizia ele, as pessoas fazem festa pelo fato de entrarem em uma faculdade. O que seria o começo da caminhada, em condições normais de pressão e temperatura, é tratado muitas vezes como fim da linha pela cultura local da distinção. O ritual de passagem, da festa dos bixos aos carros presenteados como prêmios aos filhos campeões, há uma mensagem quase cifrada: “você conseguiu: venceu a corrida principal, o funil social chamado vestibular, e não tem mais nada a provar para ninguém. Pode morrer em paz”.

Não importa se, muitas e tantas vezes, o curso é ruim. Se o professor é picareta. Se não há critério pedagógico. Se não é preciso ler duas linhas de texto para passar na prova. Ou se a prova é mera formalidade.

O sujeito tem motivos para comemorar quando entra em uma faculdade no Brasil porque, com um diploma debaixo do braço, passará automaticamente a pertencer a uma casta superior. Uma casta com privilégios inclusive se for preso. Por isso comemora, mesmo que saia do curso com a mesma bagagem que entrou e com a mesma condição que nasceu, a de indigente intelectual, insensível socialmente, sem uma visão minimamente crítica ou sofisticada sobre a sua realidade e seus conflitos. É por isso que existe tanto babeta com ensino superior e especialização. Tanto médico que não sabe operar. Tanto advogado que não sabe escrever. Tanto psicólogo que não conhece Freud. Tanto jornalista que não lê jornal.

Função social? Vocação? Autoconhecimento? Extensão? Responsabilidade sobre o meio? Conta outra. Com raras e honrosas exceções, o ensino superior no Brasil cumpre uma função social invisível: garantir um selo de distinção.

Por isso comemora-se também ao sair da faculdade. Já vi, por exemplo, coordenador de curso gritar, em dia de formatura, como líder de torcida em dia de jogo: “vocês, formandos, são privilegiados. Venceram na vida. Fazem parte de uma parcela minoritária e privilegiada da população”; em tempo: a formatura era de um curso de odontologia, e ninguém ali sequer levantou a possibilidade de que a batalha só seria vencida quando deixássemos de ser um país em que ter dente era (e é), por si, um privilégio.

Por trás desse discurso está uma lógica perversa de dominação. Uma lógica que permite colocar os trabalhadores braçais em seu devido lugar. Por aqui, não nos satisfazemos em contratar serviços que não queremos fazer, como lavar, passar, enxugar o chão, lavar a privada, pintar as unhas ou trocar a fralda e dar banho em nossos filhos: aproveitamos até a última ponta o gosto de dizer “estou te pagando e enquanto estou pagando eu mando e você obedece”. Para que chamar a atenção do garçom com discrição se eu posso fazer um escarcéu se pedi batata-fria e ele me entregou mandioca? Ao lembrá-lo de que é ele quem serve, me lembro, e lembro a todos, que estudei e trabalhei para sentar em uma mesa de restaurante e, portanto, MEREÇO ser servido. Não é só uma prestação de serviço: é um teatro sobre posições de domínio. Pobre o país cujo diploma serve, na maioria dos casos, para corroborar estas posições.

Por isso o discurso ouvido por meu amigo em seu condomínio é ainda uma praga: a praga da ignorância instruída. Por isso as pessoas se incomodam quando a lavadeira, ou o porteiro, ou o garçom, “invade” espaços antes cativos. Como uma vaga na garagem de prédio. Ou a universidade. Ou os aeroportos.

Neste caldo cultural, nada pode ser mais sintomático da nossa falência do que o episódio da professora que postou fotos de um “popular” no saguão do aeroporto e lançou no Facebook: “Viramos uma rodoviária? Cadê o glamour?”. (Sim, porque voar, no Brasil, também é, ou era, mais do que o ato de se deslocar ao ar de um local a outro: é lembrar os que rastejam por rodovias quem pode e quem não pode pagar para andar de avião).

Esses exemplos mostram que, por aqui, pobre pode até ocupar espaços cativos da elite (não sem nossos protestos), mas nosso diploma e nosso senso de distinção nos autorizam a galhofa: “lembre-se, você não é um de nós”. Triste que este discurso tenha sido absorvido por quem deveria ter como missão a detonação, pela base e pela educação, dos resquícios de uma tragédia histórica construída com o caldo da ignorância, do privilégio e da exclusão.

Fonte: http://jornalggn.com.br/noticia/a-empregada-tem-carro-e-anda-de-aviao-e-eu-estudei-pra-que-por-matheus-pichonelli#.VpJ5ue5VE4M.facebook

sábado, 2 de janeiro de 2016

Lei 100

Por :Maria por Dignidade

A carne da lei 100 é mais barata!

31 de dezembro de 2015. Mais um dia de injustiças em Minas Gerais. Hoje o governo Pimentel publicou a demissão de 67.111 pessoas. Em sua maioria mulheres, com mais de 45 anos, sendo um grande número delas negras. São 67.111 trabalhadoras e trabalhadores da educação básica e superior. Vítimas da negligência, irresponsabilidade e descaso do poder público destas Gerais.

Negligência de um Estado que ao longo de décadas sucateia a educação pública. Não faz concurso, e quando faz não nomeia os aprovados. Sim, a maioria dos 67 mil fez concurso público. Mais de uma vez. Foi aprovada. Mas, os governos continuaram mantendo vínculos trabalhistas precários, as designações. A precarização das relações trabalhistas é um instrumento fundamental para manter relações subalternas nas escolas. E para o controle político e clientelista.

Irresponsabilidade ao criar preceitos ilegais para resolver problemas contábeis. Sim, os governos Aécio e Anastásia fizeram pedaladas contábeis. Usaram a vida de 98 mil pessoas para resolverem o débito de milhões de reais do Estado de Minas com o INSS. Não houve consulta aos atingidos. Milhares aguardavam a nomeação de concurso realizado no mesmo período. Em nome do Choque de Gestão resolveram o problema deles e envolveram milhares de vidas em suas jogadas contábeis.

Descaso do governo Pimentel que em nenhum momento buscou cumprir o que na Lei 100 foi mantido como constitucional: o direito de quem fez concursos e/ou processos de seleção pública similar. Houve algum levantamento da situação de cada pessoa? Descaso com aquelas pessoas para cujos cargos o governo não realizou concursos durante quase três décadas. O caso da UEMG é emblemático. Ao longo dos seus 25 anos de existência, a universidade estadual funcionou com processos seletivos públicos, mas com contratos precários, a designação. O quadro atual de 90% de docentes designados ou Lei 100 é o retrato desta política.
67.111 pessoas trabalharam incansavelmente pela educação pública e são agora descartadas. E em mistura de descaso e escárnio, o governo informa que além do desemprego o pessoal da Lei 100 não terá nenhum direito trabalhista, tais como férias, indenizações, etc.

O discurso moralista diante da negligência estatal é a arma governamental para justificar tragédias. E a culpa é sempre do povo, dos trabalhadores e trabalhadoras, nunca dos patrões, dos governantes. Assim foi em Mariana. Algum dono das mineradoras foi punido, preso, teve seus bens bloqueados? No caso da Lei 100, algum governante punido? Aécio e Anastasia vão ser investigados e cobrados pela justiça? Algum parlamentar mineiro responsabilizado pela Lei 100? A Assembleia Legislativa será investigada e punida pela justiça?

Enquanto isso, docentes e demais profissionais da educação que durante quase três décadas garantiram a certificação de milhares de crianças, jovens e adultos, de milhares de profissionais que hoje estão no mercado de trabalho, pagam a conta. Profissionais que com seu currículo acadêmico, pesquisas e artigos, garantiram o credenciamento da UEMG como universidade, pois estava para ser rebaixada a Centro Universitário, são descartados.

A culpa não é de quem trabalhou todos os dias. A culpa é dos governos. Mas, a vida moída feito carne é das 67.111 pessoas demitidas. Porque a carne da Lei 100 é mais barata!

SAIA DE CIMA DO MURO, PULE...



As vezes é difícil, mas precisamos nos posicionar diante da vida. Não podemos ficar inertes sem tomar posição, com medo do julgamento dos outros ou da aceitação deles por causa das escolhas que fazemos. Precisamos entender que é quase impossível agradar a todo o mundo.

Fazer escolhas faz parte do nosso processo evolutivo e é através delas e da nossa posição diante de certas coisas e pessoas que direcionamos os nossos passos para o nosso objetivo que é ser Luz. É preciso ser fiel à nossa natureza interior para que possamos ser felizes e isso quase sempre está ligado às escolhas que precisamos fazer.  

Qual é a direção que você quer tomar? Quer seguir em direção à Luz, à Verdade ou vai querer fingir que não sabe de nada, dar uma de ingênua e ficar exposta às circunstâncias que querendo ou não podem influenciar e muito a sua pessoa. Não pensem que ficando em cima do muro estarão livres de consequências, pois agindo assim vocês podem ser associados tanto com um lado ou com outro. E aí?

Ficar em cima do muro não é a atitude mais coerente que podemos tomar. Não nos posicionarmos diante das questões que nos sãos apresentados pode atrasar a nossa caminhada ou nos levar a fazer coisas que não condizem com aquilo que realmente acreditamos serem certas, e isso, na verdade, seria um retrocesso.

Só para ilustrar podemos dar um exemplo: se alguém trabalha em uma empresa e o seu chefe pede para fazer algo que esta pessoa sabe que vai prejudicar outra, e só para não perder o emprego ela aceita fazer, esta pessoa está se distanciando do seu EU e também corrompendo a sua Natureza Divina. Isso causa imensa dor naquele que é naturalmente bom. Ou outro caso, se alguém sabe que um amigo seu não é "flor que se cheire", mas mesmo assim continua a conviver com ele sem questionar os seus atos... Imaginem como a consciência de uma pessoa assim deve ficar; num eterno conflito entre questionar e se afastar por saber que está no caminho errado ou continuar ao lado e ferir a si mesmo por ter um medo exacerbado de ser rejeitado. Pessoas assim precisam acreditar mais em si mesmas, na sua capacidade de realização independente e, portanto, não precisam aceitar ir contra os seus valores para serem aceitas por este ou aquele grupo, por esta ou aquela pessoa.

Precisamos criar coragem e pular. Para evitar o equilibrismo em cima do muro, é preciso escolher um dos lados, de preferência o da Luz. Olhar atentamente tudo o que está acontecendo em torno da questão, meditar, tentar ver as coisas como um observador atento e imparcial, consultar no nosso interior os reais valores espirituais e decidir, pular para um dos lados assumindo a responsabilidade das nossas escolhas, enfrentando as consequências, sejam elas boas ou ruins.

Somos livres para decidir e, de preferência, sempre buscando o Amor, a Paz e a Compaixão.
Namast
Autor Márian Marta Magalhães