segunda-feira, 18 de julho de 2011

VENENO NATURAL CONTRA RATOS


VENENO NATURAL CONTRA RATOS

É verdade mesmo. Podem fazer. Os ratos morrem por falta de nutrientes importantes que não existem no feijão (chamados fatores anti-nutricionais)

VENENO NATURAL CONTRA RATOS -

PROTEJA SUA FAMILIA E OUTRAS PESSOAS NATURALMENTE, ELIMINE OS ROEDORES SEM PREJUDICAR A NATUREZA.
Para quem mora em casa ou apartamento.

Veneno ecológico para matar ratos - UTILIDADE PÚBLICA

Nossos cientistas são feras mesmo!
Vivendo e aprendendo.. . .'Método usado por criadores de 'pássaros.

COMBATENDO OS RATOS
Mudei-me há poucos meses para o primeiro andar de um prédio e, como todo
paulistano, estou sendo vítima desses indesejáveis hóspedes..
Pergunta daqui, pergunta dali.... uma amiga me disse que feijão triturado
matava ratos, mas não detalhou. Fui pesquisar e descobri esse estudo da
Universidade Federal de Pelotas.

Como fazer:
Pegue uma xícara de qualquer feijão cru (sem lavar mesmo), coloque no
multiprocessador, ou liquidificador (SEM ÁGUA) e triture até virar uma
farofinha bem fininha, mas sem virar totalmente pó.

Onde colocar:
Coloque em montinhos (uma colher de chá) nos cantos do chão, perto das
portas, e janelas (sim eles escalam as janelas), atrás da geladeira, atrás
do fogão, atrás de tudo !

O que acontece:
O rato come essa farofinha, dilicia... mas ele não tem como digerir o
feijão (cru), por falta de substâncias que digerem feijão cru, causando assim um
envenenamento natural por fermentação.

RESUMINDO: o rato morre em até 3 dias.

DETALHE IMPORTANTE:
Ao contrário dos tradicionais venenos (racumim, por ex) o rato morre e não
contamina animais de estimação e por sua vez morrem por terem comido o rato
envenenado. E a quantidade de feijão que ele ingeriu e morreu é
insuficiente para matar um cão ou gato, mesmo porque estes gostam de MATAR
pra comer...mas morto eles não comem.

Se tiver crianças pequenas (bebês) ainda em período de engatinhamento, que
colocam tudo na boca, não faz mal algum, pois o feijão para o ser humano,
mesmo cru é digerido.

NÃO TEM CONTRA-INDICAÇÃO REPASSEM POR FAVOR, O MEIO AMBIENTE E A SAÚDE DE TODOS NÓS AGRADECE

sábado, 16 de julho de 2011

Precisamos de educação diferente


Precisamos de educação diferente
Gustavo Ioschpe


No fim do artigo do mês passado, lancei aos nossos congressistas uma sugestão: que façam uma lei determinando que toda escola pública coloque uma placa de boa visibilidade na entrada principal com o seu Ideb. A lógica é simples. Em primeiro lugar, todo cidadão tem o direito de saber a qualidade da escola que seu filho frequenta. Hoje, esse dado está "escondido" em um site do Ministério da Educação. É irrazoável achar que um pai que nem sabe o que é o Ideb vá encontrar esse site. Já que o dado existe e é de grande relevância para a vida do aluno e de sua família, não vejo nenhuma razão pela qual ele não seja divulgado para valer.

Em segundo lugar, acredito que essa divulgação pode colaborar para quebrar a inércia da sociedade brasileira em relação às nossas escolas. Essa inércia está ancorada em uma mentira: a de que elas são boas. Os pais de nossos alunos, tanto das instituições públicas quanto das particulares, acham (em sua maioria) que a escola de seus filhos é muito melhor do que ela realmente é (em outra oportunidade falarei sobre as escolas particulares).

Não é possível esperar uma mobilização da sociedade em prol da educação enquanto houver esse engano. Ninguém se indigna nem se mobiliza para combater algo que lhe parece estar bem. E não acho que seja possível a aprovação de qualquer reforma importante enquanto a sociedade não respaldar projetos de mudança, que hoje são sempre enterrados pelas pressões corporativistas.

A sugestão desencadeou dois movimentos rápidos, enérgicos e antagônicos. Por um lado, houve grande acolhimento da ideia entre os reformistas. Ela deu origem a dois projetos de lei no Congresso, dos deputados Edmar Arruda e Ronaldo Caiado, que já chegaram à Comissão de Educação da Câmara, na qual serão relatados por Lelo Coimbra. Já foi aprovada como lei municipal em Teresina, em projeto de Ronney Lustosa, e tramita como lei estadual no Piauí e em Mato Grosso. Está em discussão em outras cidades, entre elas São Paulo, onde o vereador Floriano Pesaro e o secretário de Educação, Alexandre Schneider, desenvolvem o projeto de lei. Depois que lancei a ideia nas páginas de Veja, vários veículos de mídia já a apoiaram: a Folha de S.Paulo, o Grupo RBS, o Grupo ORM e o jornal O Globo. Nizan Guanaes cedeu o talento do seu Grupo ABC para trabalhar na formatação gráfica e na normatização da placa.

Ao mesmo tempo, a proposta vem sofrendo resistências. As críticas são interessantes: escancaram uma visão amplamente difundida sobre os nossos problemas educacionais que não podemos mais ignorar ou tentar contornar. Precisam ser endereçadas. São compartilhadas por gente em governos, na academia, por jornalistas e ongueiros. É uma mistificação inclusiva, que acolhe pessoas de todas as idades, geografias, níveis de renda e intelectual.

Anderson Schneider
A MISTIFICAÇÃO de que, para o aluno pobre, o objetivo principal é estar na escola e de que aprender é um bônus precisa ser combatida

A MISTIFICAÇÃO de que, para o aluno pobre, o objetivo principal é estar na escola e de que aprender é um bônus precisa ser combatida



Disporia essa visão em três grupos, que postulam o seguinte: 1. para o aluno pobre, o objetivo principal é estar na escola; se aprender, é um bônus; 2. a finalidade da escola deve ser o bem-estar do professor; 3. é impossível esperar que o aluno pobre, que mora na periferia e vem de família desestruturada, aprenda o mesmo que o de classe média ou alta. Claro, ninguém diz isso abertamente, mas é o corolário do seu pensamento. Vejamos exemplos.

Grupo 1: o secretário da Educação do Rio Grande do Sul, José Clovis de Azevedo, declarou, em evento oficial em que falou como palestrante, a respeito de uma escola que tem o mais baixo Ideb de uma cidade da Grande Porto Alegre, que "o importante dessa escola não é o Ideb, mas o fato de ser uma escola inclusiva", pois recebe alunos de áreas de baixa renda etc. Essa é apenas uma manifestação mais tosca e descarada de um sentimento que você já deve ter encontrado em uma roda de conversa quando, por exemplo, alguém defende a escola de tempo integral porque tira a criança da rua ou do contato com seus amigos e familiares. É como se os pobres fossem bárbaros e a função da escola fosse civilizar a bugrada. O próprio MEC utiliza o conceito de "qualidade social" da educação, em contraposição a "qualidade total", esta última representada pelo apren-dizado dos alunos. Não conheço nenhuma definição acurada e objetiva do que seria essa "qualidade social", então utilizo a de um site da UFBA: "A Qualidade Social da Educação Escolar, para o contexto capitalista global em que se encontram nossas escolas, diz respeito ao seu desempenho enquanto colaboradora na construção de uma sociedade mais inclusiva, solidária e justa". A minha visão de educação é de que a inclusão social se dará justamente por meio do aprendizado dos conteúdos e das competências de que esse jovem precisará para ter uma vida produtiva em sociedade: todas as pesquisas indicam que gente mais (e bem) instruída recebe maiores salários, e é através desse ganho de renda que as populações marginalizadas se integrarão aos setores não marginalizados da sociedade e romperão o ciclo secular de pobreza e exclusão. Acho criminoso contrapor essa "qualidade social" ao aprendizado ou usá-la como substituição deste, porque sob nenhuma condição o ignorante e despreparado poderá triunfar no mundo real. Muitos educadores acham que seu papel é suprir as carências - de afeto, higiene, valores de vida etc. - manifestadas pelos alunos. Podem não conseguir alfabetizá-los ou ensinar-lhes a tabuada, mas "a educação é muito mais que isso", e há uma grande vantagem: o "muito mais que isso" não é mensurável e ninguém pode dizer se a escola está fracassando ou tendo êxito nessa sua autocriada missão.

Outra secretária, Rosa Neide, de Mato Grosso, é boa representante do grupo 2. Ao comentar a proposta de lei em palestra recente, Rosa afirmou ser contrária a ela, pois sua aprovação traria grande dificuldade à secretaria, que se veria atolada de pedidos de alunos de escolas ruins querendo ir para escolas boas, e também causaria grande estigma aos professores das escolas ruins. É uma visão ecoada por muita gente boa que, sempre que ouve alguma medida da área educacional, se pergunta como isso impactaria seus profissionais. Parte das pessoas que pensam assim o faz por cálculo político: quer ficar "bem na foto" com os "coitados" professores, ou pelo menos não tomar as bordoadas destinadas àqueles que não se submetem à sua cartilha. Parte o faz por reflexo espontâneo: a discussão sobre o tema no Brasil foi de tal maneira dominada, nas últimas décadas, pelas corporações de seus profissionais que eles se tornaram nossa preocupação número 1. Ouvimos a todo instante sobre a necessidade de "valorizar o magistério" e "recuperar a dignidade do professor", que é um adulto, que escolheu a profissão que quis trilhar e é pago para exercê-la. Apesar de o aluno ser uma criança e de ser obrigado por lei a cursar a escola, nunca vi ninguém falando na valorização do alunado ou na recuperação de sua dignidade. Por isso, faz-se necessário dizer o óbvio: a educação existe para o aluno. O bom professor (assim como o diretor e os demais funcionários) é uma ferramenta - importantíssima - para o aprendizado. Mas ele é um meio, não um fim em si. Se o professor estiver satisfeito e motivado e o aluno ainda assim não aprender, a escola fracassou. O lócus das nossas preocupações deve ser, em primeiro lugar, o aluno. Em segundo, o aluno. E em terceiro, aí sim... o aluno.

Philippe Lopez/AFP
O EXEMPLO ASIÁTICO - A China mostra que a ideia de que não pode haver educação de alto nível em cenário de pobreza é balela. No último Pisa, a província chinesa de Xangai, que tem nível de renda per capita muito parecido com o brasileiro, deu um show

O EXEMPLO ASIÁTICO - A China mostra que a ideia de que não pode haver educação de alto nível em cenário de pobreza é balela. No último Pisa, a província chinesa de Xangai, que tem nível de renda per capita muito parecido com o brasileiro, deu um show



Mas sem dúvida a oposição mais comum vem dos membros do grupo 3, que usam a seguinte palavra mágica: contextualizar. Escreve Pilar Lacerda, secretária da Educação Básica do MEC: "Divulgar o Ideb é necessário. Mas o contexto onde está a escola faz muita diferença nos resultados. Por isso é perigoso (sic) uma comparação ‘fria’ dos resultados". Quer dizer: não é possível avaliar a escola de alunos pobres e ricos da mesma maneira. Não se pode esperar que pobres aprendam o mesmo que ricos, por causa da influência do meio sobre o aprendizado.

De forma que colocar uma placa com o aprendizado em uma escola sem atentar para o contexto social em que ela está inserida seria dar uma falsa impressão da verdadeira qualidade daquela escola e do esforço de seus profissionais. Essa visão é caudatária de um mal que acomete grande parte dos nossos compatriotas: o de achar que o esforço importa mais que o resultado. Ela pode dar algum conforto para os tropeços que alguém sofre em sua vida pessoal, mas na vida pública de um país, especialmente quando lidamos com gente com dificuldades, acho que devemos ser radicais: o esforço é absolutamente irrelevante, só o que importa é o resultado. Nesse caso, o aprendizado dos alunos. Tanto para o aluno quanto para o país. Porque aquele aluno, quando sair da escola e for buscar um emprego, não vai poder dizer: "Eu não sei a tabuada, não falo inglês nem sei o que é o pretérito imperfeito, mas o senhor deveria me contratar, porque eu nasci numa favela, meu pai me abandonou quando eu tinha 2 anos". Da mesma forma, se exportarmos um produto mais caro e de menor qualidade que seus concorrentes, não poderemos esperar que o consumidor final decida comprar o nosso produto por ele conter uma etiqueta que diga: "Atenção, produto fabricado em país que só aboliu a escravidão em 1888 e foi vitimado por secular colonialismo predatório". O que importa é aquilo que o aluno aprende. É mais difícil fazer com que esse aluno, nesse contexto, aprenda o mesmo que outro de boa família? Sem dúvida! Mas o que precisamos fazer é encarar o problema e encontrar maneiras de resolvê-lo. O problema dessas escolas não é como os seus resultados ruins são divulgados, se serão servidos frios, quentes ou mornos: o problema são os resultados! E, quando começamos a querer escamotear a realidade, a aceitar desculpas, quem sofre é o aluno.

Dados do questionário do professor da penúltima Prova Brasil tabulados pelo economista Ernesto Faria para a revista Educação mostram que mais de 80% dos mestres dizem que o baixo aprendizado "é decorrente do meio em que o aluno vive". Mais de 85% dos professores também apontam "o desinteresse e a falta de esforço do aluno" como razões para o insucesso da escola.

A China mostra que a ideia de que não pode haver educação de alto nível em cenário de pobreza é balela: no último Pisa, o teste de educação mais conceituado do mundo, sua província de Xangai, que tem nível de renda per capita muito parecido com o brasileiro (11 118 dólares versus 10 816 dólares no Brasil), apareceu em primeiro lugar em todas as disciplinas estudadas, enquanto o Brasil não ficou nem entre os cinquenta melhores. Relatório recente da OCDE (disponível em twitter.com/gioschpe) mostra que nosso país também fica na rabeira na recuperação de seus alunos pobres: aqui, só 22% dos alunos de baixa renda têm performance alta, enquanto na média dos países da OCDE esse número é de 31%, e na China é de 75%.

Nosso problema não é termos alunos pobres: é que nosso sistema educacional não sabe como ensiná-los, e está mais preocupado em encontrar meios de continuar não enxergando essa deficiência do que em solucioná-la. Por isso eu digo: precisamos, sim, de ensino e padrões diferentes para ricos e pobres. Mas é o contrário do preconizado pela maioria: precisamos que a escola dos pobres ensine mais do que a dos ricos. É difícil? Muito. Mas deve ser a nossa meta. Porque, se não for, não estaremos dando igualdade de oportunidades a pessoas que já nascem com tantos déficits em sua vida. E, se o Brasil como um todo não melhorar seu nível educacional, jamais chegará ao Primeiro Mundo.

Esse é o non sequitur desse pensamento dos "contextualizadores": seria necessário nos tornarmos um país de gente rica para que pudéssemos dar educação de qualidade a todos. Mas a verdade é que o salto da educação precisa vir antes: sem educação de qualidade, não teremos desenvolvimento sustentado.

Podemos nos enganar com um crescimento econômico puxado pela alta de valor das commodities, mas em algum momento teremos de encarar a realidade: um país não pode ser melhor, mais rico e mais bem preparado do que as pessoas que o compõem.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Lula chuta o balde do PIG no evento da UNE e diz: eu tô ficando invocado.


Lula chuta o balde do PIG no evento da UNE e diz: eu tô ficando invocado.

Lula parece que perdeu a paciência com ilações de setores da mídia brasileira. Há pouco tempo respondi ao Noblat, quando o mesmo escreveu em seu blog de que presença de Lula esvaziou abertura do Congresso da UNE.

Noblat, como um bom serviçal da Globo escreve que A presença do ex-presidente Lula na noite de [ontem], em Goiânia, esvaziou a abertura do 52º Congresso Nacional da UNE na Câmara Municipal. De certa forma, o referido jornalista tenta criar confusão na mente do leitor.

Lula, ao chegar à residência do prefeito de Goiânia. Foto: /Givaldo Barbosa, O Globo - blog Noblat

Esse pessoal na ânsia de fazer política partidária esquece de fazer jornalismo e trata todo mundo como imbecis, como se ninguém pelas redes sociais, até em casa vendo os Telejornais tentando desconstruir a imagem de Lula.


Importante ler a reprodução da fala de Lula no o Valor Online :


Em defesa de Dilma, o ex-presidente Lula criticou a campanha eleitoral de 2010, classificando-a como a “mais preconceituosa da história” e disse que sua sucessora foi mais atacada no processo eleitoral do que ele foi em disputas passadas. “Inventaram até um meteorito de papel. Depois, falaram que era um objeto não identificado”, ironizou, referindo-se ao episódio no qual o então candidato do PSDB, José Serra, foi alvejado por uma suposta bolinha de papel, em campanha no Rio. O ex-presidente afirmou que Dilma foi alvo de machismo. “Falam em uma sociedade igualitária desde que a mulher limpe a casa, lave a roupa suja”, comentou.

Paulo Henrique Amorim em seu blog escreve que Lula ataca imprensa em Congresso da UNE

“Primeiro disseram que há diferenças entre eu e Dilma, que somos diferentes. Não precisa ser um especialista para saber que ela é diferente de mim”, ironizou.

“Falaram que divergimos. Eu já disse que, se houver divergência, é ela quem estará certa. Não há divergências. Depois, quando fui a Brasília e tirei uma foto com senadores, disseram que ela era fraca. O babaca que escreveu a matéria nunca deve ter sentado com a Dilma para conversar. Ela pode ter todos os defeitos do mundo, menos ser fraca”, declarou o ex-presidente. “Ninguém que passa três anos na cadeia, sendo barbaramente torturada e é eleita presidente pode ser fraca.”


SÃO PAULO – Há sete meses fora da Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva fez um discurso duro contra a imprensa, há pouco, no 52º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Goiânia (GO). Para uma plateia lotada de estudantes, Lula atacou os meios de comunicação por criarem divergências entre ele e a presidente Dilma Rousseff.

Ao discursar no II Encontro Nacional do ProUni, durante o evento dos estudantes, o ex-presidente comentou uma reportagem que mostrava o financiamento do congresso da UNE por empresas estatais, como a Petrobras, e classificava o encontro de “chapa branca”.

“Quando ligamos a televisão, tem propaganda de quem? Da Petrobras, da Caixa Econômica Federal. Elas financiam tudo. Para eles [empresas de comunicação] isso é democrático. Para vocês [UNE], é chapa branca”, disse Lula.

O tom do discurso do ex-presidente mudou quando o petista começou a reclamar dos meios de comunicação. “Eu tô ficando invocado. Faz seis meses que eu saí da Presidência, mas eles não saem do meu pé”, afirmou.

Em seguida, enumerou o que considera como intrigas feitas pela imprensa. “Primeiro disseram que há diferenças entre eu e Dilma, que somos diferentes. Não precisa ser um especialista para saber que ela é diferente de mim”, ironizou.

“Falaram que divergimos. Eu já disse que, se houver divergência, é ela quem estará certa. Não há divergências. Depois, quando fui a Brasília e tirei uma foto com senadores, disseram que ela era fraca. O babaca que escreveu a matéria nunca deve ter sentado com a Dilma para conversar. Ela pode ter todos os defeitos do mundo, menos ser fraca”, declarou o ex-presidente. “Ninguém que passa três anos na cadeia, sendo barbaramente torturada e é eleita presidente pode ser fraca.”

Lula disse que a maior vingança de Dilma com seus torturadores, durante o regime militar, foi o fato de ter sido eleita presidente. “Agora, ela é a comandante chefe. Deu a volta por cima”, disse. Entre elogios para sua sucessora, o ex-presidente continuou com os ataques à imprensa. “Inventaram também que ela é diferente nas coisas que faz, que eu falava muito. É que eu competia com o que eles falavam e o povo acreditava em mim”, comentou.

O petista disse ainda que meios de comunicação torceram para que a inflação voltasse. “Chegaram a dizer que eu deixei uma herança maldita. A primeira herança maldita é o pré-sal. Tem o Prouni, o PAC 2. Quem sabe é o Minha Casa, Minha Vida 2? O dado concreto é que eles não perceberam que as coisas mudaram no Brasil”.

O ex-presidente disse ainda que a população está se informando “de múltiplas formas” e não só por “aqueles que achavam que formavam a opinião pública”. Os discursos do evento que Lula participou foram transmitidos ao vivo no site da UNE.

(Cristiane Agostine | Valor

O bloqueio midiático a Cuba é qualificado



O bloqueio midiático a Cuba é qualificado

A gente já ouviu na fala do Marcos Weissheimer de que é feita nossa mídia. Então, não há nada de errado com o fato de todos fazerem o bloqueio qualificado com relação a Cuba. Digo qualificado porque na verdade, só há bloqueio para um determinado tipo de notícias. Nós podemos ver, por exemplo, a exaustão, um desses barcos cheios de gente fugindo de Cuba em direção a Miami nas redes nacionais. E matérias emocionadas de repórteres baseados em Miami. E comentários dos âncoras dos jornais nacionais. Estas notícias não são bloqueadas. Pelo contrário. São disseminadas. É mesma velha lógica já muito bem elaborada por Noam Chomsky no seu livro “Os guardiões da liberdade”. Nesse livro ele explica como os meios de comunicação nos Estados Unidos lidam com as notícias ruins das nações amigas e com as notícias ruins das nações inimigas. Os jornais e TVs falam de tudo que acontece. A questão é: como falam? Chomsky mostra que as notícias ruins nos países inimigos são trabalhadas de forma exagerada, desvirtuada, exaustivamente. Já quando é numa nação amiga, as notícias ruins também são dadas, não há censura, mas não passam de notas ou matérias evasivas. E como no Brasil seguimos o mesmo padrão estadunidense, é tudo muito igual.

Então isso é bem importante a gente frisar. Não há um bloqueio midiático a Cuba. Há um bloqueio das notícias boas, do que há de bom em Cuba. Dito isso, precisamos de novo partir desde a realidade para compreendermos porque isso acontece. Porque se bloqueia as coisas boas que acontecem em Cuba.

Essa é uma pergunta de fácil resposta. Cuba é hoje, talvez, o único país socialista do mundo inteiro. E isso não aconteceu assim, do nada. O que houve e o que há em Cuba é uma revolução. Isso também é muito importante lembrar. De novo, e sempre. É o único país desta parte do continente, que desde as guerras de independência iniciadas em 1810, fez uma revolução, venceu e permaneceu em processo revolucionário, destruiu toda a engrenagem de capitalismo dependente que havia na ilha e caminhou para o socialismo. Isso não é bolinho.

Então o problema não é Cuba, não é Fidel, Raul ou Che. É o socialismo. Essa coisa contaminante, avassaladora que se anunciada pode provocar muitos estragos, aqui e em qualquer parte. Quando o povo cubano lá pela metade dos anos 50 do século passado começou a se mobilizar contra a ditadura de Batista, o império ficou olhando meio desconfiado. Poderia ser uma boa mudança, desde que o poder seguisse nas mãos dos mesmos. Então, as vozes que vinham da cadeia depois do assalto ao quartel Moncada, anunciando uma revolução democrática, não pareciam tão assustadoras. E isso é verdade, o começo da luta juntou proletários, camponeses, estudantes e burguesia. Todos queriam o fim da ditadura. A luta em Cuba se fez em todas as frentes. Na cidade, no campo, na universidade, na fábrica, nos pequenos comércios, nas pequenas fazendas. Havia concretamente uma aliança de classe e para o império, conquanto a burguesia dirigisse o processo estava muito bem. Por que o império sabe que se pode mudar a cara de um governo, torná-lo mais democrático, com respeito aos direitos humanos e coisa e tal, sem mudar em nada as estruturas do sistema. É a velha lição do dar os anéis para não perder os dedos.

Só que depois, a chegada do Granma, os barbudos nas montanhas, a Rádio rebelde, as greves, as mobilizações nas cidades, a organização crescente dos revolucionários de todas as cores, a grande greve de outubro de 58, foi mostrando que ali havia um povo inteiro em revolução – e não apenas um pequeno grupo incrustado na Sierra Maestra – e isso perturbou o império. Ainda assim, quando as tropas rebeldes entraram em Havana em janeiro de 1959, ninguém tinha muita certeza sobre o que aconteceria. O gabinete de governo provisório – que incluía os burgueses – falava em manter os negócios com os estados Unidos. A festa era pelo fim da ditadura.

Foi o povo alçado em rebelião, armado, que afastou os burgueses do comando, as forças populares avançaram por dentro da revolução, queriam mudanças radicais. Não aceitariam menos que um câmbio total. Assim, a esquerda foi se tornando hegemônica no processo. Havia o compromisso de solucionar os problemas econômicos que eram estruturais, os problemas sociais, mas sempre com a participação direta do povo. Assim, o caráter democrático/burguês da revolução cubana vai até a metade do ano de 1960, conforme estudos de Vania Bambirra, expressos no seu livro A revolução cubana – uma reinterpretação. A partir daí vem o novo, e Cuba deixa de ser uma incógnita. Era um país que caminhava para o socialismo. “O que Cuba será agora depende só de nós” dizia Fidel. E os cubanos, de forma participativa decidiram que não havia mais espaço para o capitalismo dependente. Criaram o novo. Compreender essa história é crucial para entender o bloqueio qualificado da mídia burguesa.

E por quê? Bueno. A América Latina é um continente oral. E isso não é dito como coisa boa. A colonização nos deixou essa herança. O analfabetismo é gigantesco. As pessoas se informam pelo ouvido. Não é a toa que mais de 80 dos brasileiros se informem pela televisão. Há os que não sabem ler, os que não aprenderam que ler é bom e os que não têm tempo para ler por conta do processo de superexploração do trabalho. O homem e a mulher comuns chegam a casa e ligam a televisão. Ali vão saber das notícias.

Agora imaginem esse homem e essa mulher, superexplorados pelo sistema capitalista dependente que domina o nosso país – assim como a maioria dos países latino-americanos – sabendo da verdade sobre Cuba? Imaginem eles saberem que um povo se armou, se organizou no campo e na cidade, lutou e venceu. E que esse povo mudou totalmente a estrutura organizativa do estado. Que socializou a economia, que mudou as relações de produção, que destruiu toda a estrutura política e jurídica do velho estado, que inventou novas formas de poder, de organização social e de cultura.

Imagine eles saberem que esse povo comanda a nação, que eliminou materialmente a estrutura do capitalismo dependente que fazia de Cuba um prostíbulo e uma imensa fazenda estadunidense. Que nacionalizou todos os bancos, que desapropriou todas as terras das companhias estrangeiras, que assumiu o controle do comércio, que existem comitês populares de defesa da revolução, que a saúde , a educação e a moradia são garantidas. Imaginem?

E se a rede Globo contasse sobre como funciona a democracia cubana, que é participativa, que envolve cada família desde a rua onde mora, que as gentes conhecem seus problemas e propõem soluções e que são ouvidas, de verdade. Que inveja doida isso não ia dar?

É por isso que o tal bloqueio qualificado não fala disso. Prefere falar dos que fogem para Miami, da “ditadura” de Fidel, da falta de democracia. A ideia que as pessoas têm de Cuba é a de que um único homem dita as regras. É incognoscível para a mentalidade burguesa dos jornalistas ignorantes ou vendidos que fazem as coberturas, compreender que as eleições cubana, por exemplo, não tem absolutamente nada a ver com as do mundo capitalista burguês. As criaturas querem comparar o incomparável. Como comparar a eleição no Brasil, na qual as gentes votam sob o domínio da ditadura financeira, com a cubana? Cadê a reportagem falando das intermináveis assembléias e da participação cubana em todas as decisões? Não tem! Porque não interessa.

Bom, quero agora entrar agora no que fazer para mudar isso. Porque de Cuba os que estamos aqui sabemos um pouco. O que importa é pensar alternativas para furar o tal do bloqueio qualificado. As propostas práticas. Olha, eu tenho algumas tristes notícias para dar.

A primeira é de que não existe possibilidade de solidariedade concreta a Cuba se não estivermos dispostos a mudar radicalmente a organização da vida nos nossos próprios países. Como bem diz o grande Ruy Mauro Marini, no prefácio do livro da Vânia Bambirra sobre Cuba, o imperialismo não é um fenômeno externo ao capitalismo latino-americano, mas é elemento constitutivo deste. E não se esgota na face visível de capital estrangeiro, transferência de mais valia, do monopólio etc… O imperialismo se manifesta na forma que o capitalismo dependente assume aqui, a partir da própria dependência – financeira, política, cultural e midiática – na superexploração do trabalho, na concentração do capital. Assim, fazer solidariedade a Cuba é fazer a luta contra isso, aqui no nosso país, porque eliminar essa dependência é eliminar o capitalismo. Não há anti-imperialismo possível fora da luta pela liquidação do capitalismo, fora da luta por outra forma de organizar a vida, que podemos chamar de socialismo, ou sumac kausay, ou sumac camaña , ou Yvy Rupa.
A segunda notícia triste é de que não há possibilidade nenhuma de furar o bloqueio midiático contra Cuba sem a eliminação do capitalismo. Pelas mesmas razões. A mídia burguesa, capitalista, imperialista, cortesã, não vai garantir espaços para nós. Para a Cuba socialista. Não vai. É ingenuidade essa luta redutora por democracia na comunicação dentro do sistema capitalista tal como ele se expressa no nosso país. Nós não podemos aceitar a migalha de mais democracia, mais justiça, mais liberdade, mais movimentos populares na TV, mais negros, mais homossexuais. Porque isso significa que alguém fica de fora. E o comandante, el Che, já dizia “ enquanto houver um companheiro injustiçado, a luta tem de seguir. É democracia , é justiça, é liberdade. É presença, é controle dos grandes meios. E ponto.

A terceira má noticia é de que nós nunca chegaremos lá se seguirmos como vamos. Movimentos sociais apáticos, vendidos, cooptados. Sindicatos silentes, dirigentes atuando apenas em horário comercial, lutas terceirizadas, fragmentadas. Incapacidade de atuação em bloco, de articulações nacionais. Olha aí o código florestal, a vergonha que foi, o massacre, a certeza de que o legislativo é uma farsa. Olha aí Belo monte, tudo passa sem que os movimentos se juntem num bloco único de força e luta. Estamos vivendo como amebas esperando as benesses de um governo que já mostrou a que veio e a quem serve desde a reforma da previdência em 2003. Amebas não mudam o mundo.

Mas, também há boas notícias. E eu quero dá-las. Existem muitas propostas de comunicação alternativa, popular, comunitária. Muitas mesmo. E todas dispostas à solidariedade, a furar o cerco midiático contra Cuba, a disseminar as idéias de socialismo e de vida boa. E agora, com o advento da internet, gente que nunca poderia falar está falando. Existem os blogs, as páginas dos movimentos e tudo mais. Agora eu pergunto. Quem nos lê? Quem navega por nossas páginas? A quem atingimos com nossas palavras? Qual é a eficácia do nosso discurso?

Não sei aqui, mas às vezes lá em santa Catarina, eu apareço na televisão. Essas coisas rituais de jornalismo televisivo. Menos de 15 segundo numa matéria bem idiota sobre o Campeche, por exemplo, ou sobre a greve na UFSC. No dia seguinte, aqueles 15 segundo nos quais eu apareci na RBS são de domínio de todo mundo. Meus vizinhos passam por mim e dizem: Te vi na TV, heim? Na universidade as pessoas me gritam: Te vi na Tv. Enfim, mesmo meus compas mais radicais da esquerda emburrada dizem: Te vi na TV. Eles vêem a RBS também… Ou seja, a gente faz uma luta de anos, mobilizamos uma comunidade inteira para um ato na câmara, e os 15 segundos na RBS são mais eficazes do que todo o trabalho feito antes… percebem o que quero dizer, onde quero chegar? Temos de tomar essas emissoras de televisão, de comunicação de massa. Como bem dizia o velho Brizola. Ele era um gênio político. Sabia que a primeira coisa era tomar a Globo. Porque o nosso povo engravida pelo que vê na TV. Comunicação de massa.

Ah, mas e enquanto isso? Enquanto não tomamos a Globo. Temos de criar redes. Temos de potencializar nossas falas. Elas têm de estar em todos os veículos alternativos, populares e comunitários ao mesmo tempo. E ainda assim seremos pouco eficazes. Mas temos de fazer esse esforço. Superar o sectarismo, fazer uma aliança mínima em torno das grandes questões. Em Santa Catarina criamos a Rede Popular de Comunicação Catarinense, juntamos forças.

A solidariedade a Cuba passa por aí. Temos de formar redes, estabelecer nexos, atuar em uníssono. Mas, para além disso, temos de mudar o país. Temos de destruir o capitalismo e varrer a burguesia, a classe dominante. Essa é nossa principal forma de ser solidário com Cuba, de furar o bloqueio.

Marini alertava que o socialismo não é simplesmente uma forma econômica, ele é , uma economia, uma política, uma cultura que exprime os interesses de uma classe: o proletariado, ou os oprimidos, e se opõe aos interesses da classe dominante. E se o socialismo é a revolução que opõe o proletariado contra a burguesia não há lugar para ela no bloco histórico das forças que construirão o socialismo. Daí ser impossível a conciliação de classe ou a união com a burguesia. Por isso é impossível esperar democracia de informação da Globo, do Estadão, da RBS. É impossível isso, companheiros.

Diz Marini: “A luta pelo socialismo é uma luta política para quebrar a resistência da classe dominante e destruir as suas bases materiais de existência, como fez Cuba”. E isso se faz na força, na luta mesma, não é com nhem nhem, nhem. Ou fazemos isso ou não há esperanças nem pra nós, nem para Cuba. Então, o nosso compromisso como jornalistas e comunicadores é ser eficaz. Fora disso é dilentantismo, é demagogia, é musculação de consciência. Nosso papel é, para além de anunciar desgraças, como fazemos toda a hora, é também anunciar a boa nova. Dizer como é bom o socialismo ou o sumac kausay… engravidar as pessoas com a promessa do socialismo.. coisa que o capitalismo faz tão bem, como mostra Ludovico Silva ao explicar como funciona a mais-valia ideológica.

Então compas… Não há receitas… Há algumas intuições, outras certezas, algum juízo moral. E aí, ou embarcamos nessa luta com todas as nossas forças, ou vamos sempre andar por aí a choramingar que a Globo não nos dá espaço. O velho Marx já nos avisou, estamos em luta, luta de classe.

Por Elaine Tavares – jornalista

Conferência proferida na VI Convenção de Solidariedade a Cuba, em Porto Alegre, partilhando mesa com os jornalistas Marcos Weissheimer (Carta Capital) e Norelys Morales Aguilera (Cuba).

Amo ocê !


Amo ocê !

Ocê é o colírio du meu ôiu.
É o chicrete garrado na minha carça dins.
É a mairionese du meu pão.
É o cisco nu meu ôiu (i no ôtro oiu - eu tenho dois).
O rechei du meu biscoito.
A masstumate du meu macarrão.

Nossinhora!
Gosdimais da conta docê, uai.

Ocê é tamém:
O videperfume da minha pintiadêra.
O dentifriço da minha iscovdidente.

Óiprocevê,
Quem tem amigossim, tem um tisôru!

Ieu guárdesse tisouro, com todu carinho ,
Du lado isquerdupeito !!!
Dentro do meu Coração!!!

AMO ocê, uai!!!

Fais favô de mandá pra tudos seus amigus du coração, incrusive eu, craro!!!
BRIGADO PELO SEU CARIN, cumqueu sempre pude contá!!!!

domingo, 10 de julho de 2011

Cuidado com o pensamento positivo!


Cuidado com o pensamento positivo!

Em livros de auto-ajuda é muito comum a pregação do pensamento positivo como forma de resolver as dificuldades pessoais; todavia, cientificamente, precisamos deixar claro que o chamado pensamento positivo pode falhar.

Nós usamos dois recursos para pensar: com palavras ou com imagens mentais. Einstein, por exemplo, declarou que pensava com imagens que ele produzia e reproduzia voluntariamente. O pensamento com palavras pode não corresponder às imagens mentais que estamos produzindo no momento do pensamento. Nós sabemos que são as imagens, e não as palavras, que mexem com nosso sistema glandular. Por exemplo, se falarmos em passar as unhas sobre uma lixa, se produzirmos a imagem mental desse ato, experimentaremos uma sensação de aversão, podendo até sentir arrepios. Outro exemplo: se imaginarmos estar chupando um limão, nossa boca ficará cheia de saliva, mas, se falarmos no limão sem criarmos a imagem mental correspondente, não acontecerá nada. Veja bem, a força da imagem mexeu com o sistema glandular a ponto de as glândulas salivares produzirem mais saliva.

Quisemos demonstrar acima que são as imagens mentais que têm força e não as palavras que não estejam acompanhadas das imagens daquilo que elas representam.

Nós, seres humanos, toda vez que falamos em alguma coisa, temos a tendência de imaginar, de criar automaticamente as imagens contrárias dessa coisa; assim, nós podemos pensar positivamente e, ao mesmo tempo, criar imagens mentais contrárias do que pensamos com palavras. Podemos dizer que as palavras são do hemisfério esquerdo do cérebro e as imagens são do Sistema de Autopreservação e Preservação da Espécie (SAPE) / hemisfério direito. Toda vez que houver conflito entre as imagens mentais e as palavras, as imagens ganham. Ora, uma pessoa pode pensar positivamente e, até sem sentir, criar imagens contrárias do que pensou; por isso, é preciso cuidado com o pensamento positivo. As pessoas que dizem ter pensado sempre positivamente e tudo ter dado errado para elas é porque pensaram positivamente com palavras e criaram as imagens mentais contrárias do que pensaram e são as imagens mentais, com forte carga de emoções, que conseguem os resultados. Você consegue aquilo de que cria as imagens mentais com emoção!

Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia